Eu sou
- Edi A polemica
- BELO HORIZONTE, MG, Brazil
- Enfermeiro (a) Não anda...DEAMBULA Não fuxica...faz anamnese Não pensa....realiza raciocínio clínico investigativo Não incha...tem edema Não se apega.....estabelece vínculos Não fica doente...manifesta sinais/sintomas Não fica de ressaca.....apresenta vasodilatação e desidrata por inibir ADH Não pratica atividade física.....favorece retorno ósseo,oxigenação celular,remodelãção óssea e resistência cardiovascular Não conversa......estabelece comunicação verbal Não fica gorda.......desenvolve obesidade por dislipdemia Não briga....diverge com fundamentação Não beija.....compartilha microbiota normal da cavidade oral Não impõe.....exerce liderança Não faz sexo....satisfaz necessidade humana básica Não joga fora.....despreza Não usa camisinha....usa método contraceptivo de barreira Não é saudável....mantém homeostasia corporal Não trabalha junto.....trabalha em equipe Não trata...cuida Não gosta do que faz....AMA
sábado, 2 de outubro de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
humanização hospitalar.
Alguns enfermeiros acreditam que a melhora das enfermidades de seus pacientes/clientes depende, exclusivamente, de se executar uma técnica precisa, seguir-se padrões com frieza e exatidão e seguir-se prescrições sem questionamentos. Em contrapartida, outros acreditam que uma boa assistência deve ser prestada dentro de uma visão holística, na qual a solidariedade e a benevolência para com o próximo são imprescindíveis para a valorização do ser humano, estabelecendo, desta forma, uma relação de ajuda e empatia, fazendo com que a humanização seja a base da profissão de enfermagem.
Na realidade a enfermagem deverá manter um pouco mais de contato pessoal, fornecendo aos seus pacientes/clientes, além da assistência profissional, o carinho, a atenção e a responsabilidade, o que repercutirá na assistência com qualidade. O termo humanizar significa tornar humano, dar condição humana, tornar afável e tratável (FERREIRA, 2001).
Desde Florence, já havia uma preocupação com a qualidade do atendimento de
enfermagem dispensada aos pacientes/clientes, o que, de certa maneira, além de abarcar formas de tratamento e higiene, também contempla questões relacionadas ao seu bem-estar, como por exemplo conforto, atenção e ambientes tranqüilos. Mais recentemente, no Brasil, Wanda Horta, a partir de suas experiências cotidianas com o ser humano, difundiu um modelo de atendimento de enfermagem que disponibilizou aos pacientes/clientes um tratamento que permite o auto cuidado sem se desvincular do acompanhamento da enfermagem. Essa visão também pode ser entendida como uma busca da humanização no atendimento de enfermagem, uma vez que tenta colocar o enfermeiro a par do potencial do próprio paciente/cliente e, holisticamente, compreendê-lo como
um todo. Contudo, apesar de sua crescente importância, a humanização da assistência de enfermagem ainda é um assunto pouco pesquisado e pouco aplicado no Brasil (Horta, 1979).
Pode-se dizer que a humanização deve ser resgatada, pois é direito do paciente/cliente como ser humano ter sua dignidade mantida, ter respeitados as suas necessidades, os valores, os princípios éticos e morais, as suas crenças e de seus familiares; ter alívio da dor e de seu sofrimento com todos os recursos tecnológicos e psicológicos disponíveis no momento de seu atendimento, ter sua privacidade preservada sempre que possível, como também, ter condições e ambientes que facilitem o restabelecimento, a manutenção, a melhora da assistência à saúde e, em última instância, a morte digna. Contudo, tem se verificado que a oportunidade de ampliar a
humanização está ainda muito dificultada, já que o enfoque do atendimento é todo na
sintomatologia, ou seja, uma visão cartesiana (MARTINS; FARIA, 2000).
A realidade no serviço de saúde no Brasil, há muito, tem sido exposta na mídia. De um modo geral, não é segredo que o atendimento disponibilizado à população carece de qualidade.
Pretende-se alcançar tais objetivos pela análise da literatura pertinente, através de uma revisão
bibliográfica sobre estudos relacionados à humanização hospitalar. A forma atual de conduzir as ações de enfermagem dá origem a grandes obstáculos no trabalho de muitos profissionais, pois os trabalhadores de enfermagem muitas vezes não percebem que o sujeito ali hospitalizado se vê retirado do ambiente que lhe era familiar, se vê privado de dar continuidade a aspectos fundamentais do seu cotidiano, sobretudo o convívio com pessoas queridas, o andar, o conversar, o trabalhar, o comer, dentre outros. Pode-se perceber também que o sujeito hospitalizado e seus familiares desconhecem seus direitos anulando-se nesse processo, deixando que os trabalhadores
de saúde conduzam ações de cuidado e quase sempre as decida.
Nesse sentido, cabe destacar que a ABEn (Associação Brasileira de Enfermagem), em
2002, propôs a discussão do tema “humanização e trabalho: razão e sentido na enfermagem”,durante as comemorações da Semana da Enfermagem, com a perspectiva de desenvolver no profissional o interesse em prestar uma assistência humanizada (COLLET; ROZENDO, 2002).
A convergência entre humanização e trabalho de enfermagem não pode ser vista como
mais um modismo, no interior da profissão. Como é possível ao cuidador trabalhar de maneira humanizada, se ele próprio não trabalha num ambiente humanizado? A equipe de enfermagem também necessita de cuidados especiais, de atenção, visando mantê-la forte e unida, pois quando não dispõe da ajuda necessária para se proteger dos riscos do trabalho, nem para usufruir de recompensas, todas as espécies de problemas podem surgir. O sentimento de decepção ou desmotivação, cujos reflexos podem implicar em baixa qualidade da assistência prestada, refletem-se sobre o cuidado da própria equipe, como uma exigência para cuidar dos outros (COSTA; LUNARDI; SOARES, 2003).
Buscar formas efetivas para humanizar a prática em saúde implica em aproximações
críticas que permitem compreender a temática, além de seus componentes técnicos,
instrumentais, envolvendo, essencialmente, as dimensões político-filisóficas que lhe imprimem um sentido (CASATE; CORRÊA, 2005).
O objetivo desse trabalho é identificar, através de uma revisão da literatura, as dificuldades da enfermagem relacionadas à humanização no âmbito hospitalar.
terça-feira, 25 de maio de 2010
MINHAS FRASES!!!!
Lembre-se, hoje é o dia de amanhã que tanto lhe preocupava ontem.
O sentimento mais forte que sente uma pessoa que não é livre é o ódio por quem lhe tirou a liberdade.
Se o amor é cego, por que a roupa íntima sexy faz tanto sucesso?
A maior frustração é saber todas as respostas, mas ninguém lhe fazer a pergunta.
O caminho pode estar difícil, mas desistir será covardia.
Ame a vida, pois nascemos para amar... e se alguém lhe perguntar o que fizestes da vida diga apenas.....AMEI!!!!!
"A distância não é ruim, ela apenas nos mostra o quanto é bom estarmos juntos"
NÃO ChORE PQ TERMINOU, FIQUE FELIZ PQ ACONTECEU!!!!
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
quinta-feira, 20 de maio de 2010
AOS COLEGAS DE PROFISSÃO!!!!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
MEU NIVER 2009!!!!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
TRANSPORTE DE PACIENTE!!!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
ANIVERSÁRIO DA INSUPORTÁVEL E DO Dr:LUIZ FELIPE
terça-feira, 10 de novembro de 2009

UMA HISTÓRIA DE FLORENCE NIGHTINGALE Florence Nightingale recebeu o nome da cidade italiana de Florença – Florence, em inglês, onde nasceu em 12 de maio de 1820. Seu nome está intimamente ligado à Cruz Vermelha, pois foi ela quem estabeleceu as bases da atual organização internacional voltada ao socorro de doentes e feridos, seja em época de paz ou de guerra. Na infância feliz que teve, ela já demonstrava o deseja de servir. Se um braço ou uma perna de uma boneca se quebrasse, ninguém tinha mais habilidade do que ela para reparar o dano. Ela já dava mostras de ser uma enfermeira nata. Um dia Nightingale conheceu uma mulher piedosa, a senhora Elizabeth Fry, através de quem soube de uma instituição na Alemanha voltada para a formação de enfermeiras, e decidiu se matricular. Mas aquele tempo, as enfermeiras eram conhecidas pela má conduta e ineficiência no trabalho. Os pais de Nightingale, naturalmente, ficaram preocupados com a idéia de sua filha tornar-se enfermeira. Tentaram dissuadi-la da idéia, mas sua decisão era inabalável. Florence foi para a Alemanha e passou alguns meses na instituição trabalhando como enfermeira. Com 33 anos, Nightingale tornou-se superintendente de um sanatório de caridade em Londres. Depois de um ano de trabalho o sanatório, em 1854, eclodiu a Guerra da Criméia entre a Turquia e a Rússia. Nightingale foi encarregada de cuidar de um grande hospital militar em Scútari. A situação precária em Scútari já era conhecida dos ingleses, mas, de perto, as condições eram bem piores. Nightingale descobriu que o hospital estava abarrotado de pacientes, a ventilação era péssima e faltava material hospitalar como macas, talas, ataduras e remédios. Mesmo naquele inferno, Nightingale de maneira nenhuma perdeu a esperança. No início, pessoas invejosas antipatizaram-se com ela e faziam de tudo para atrapalhá-la. Mas Nightingale, com seu modo cortês e muita dedicação ao trabalho, logo se tornou indispensável ao hospital. Dias depois de Nightingale assumir o cargo, a sujeira e a confusão deram lugar à limpeza e à ordem. Ela e suas devotadas enfermeiras cuidaram dos soldados, arrumaram a cozinha e a lavanderia e, nos poucos momentos livres, escreveram cartas às famílias dos soldados. Todas as noites, Nightingale fazia a ronda, carregando uma pequena lamparina, parando para confortar ou cuidar dos pacientes insones. Os feridos até “beijavam” a sombra que se projetava quando ela passava pelos leitos e chamavam-se de A Dama com a Lamparina. Após seis meses, ela foi para Sebastopol para ver como os doentes e feridos estavam sendo tratados. Mas, infelizmente, ela adoeceu e teve de permanecer num sanatório local. Nightingale recusou-se a ser dispensada e a voltar para casa. Regressou a Scútari e, mesmo depois de terminada a guerra – com a tomada de Sebastopol -, permaneceu no hospital até que o último ferido pudesse retornar ao lar. O povo pretendia realizar uma grande festa de boas-vindas para a nobre mulher, mas ela se recusou a aceitar os presentes e as honras que certamente lhe cabiam. Mas como sinal de agradecimento de toda a nação, foi inaugurado, em 1871, o Hospital St. Thomas, que tem como um dos setores mais importantes a Casa e Escola de Treinamento de Enfermeiras Nightingale. Florence Nightingale viveu até os noventas anos, morrendo em 1910. Na cerimônia fúnebre, estavam presentes alguns dos velhos soldados que haviam sido tratados por ela na Criméia, e que se lembravam dela com amor e gratidão.
ANA NERÍ PRIMEIRA ENFERMEIRA BRASILEIRA

Enfermeira baiana (13/12/1814-20/5/1880). Primeira profissional a se dedicar à enfermagem no Brasil, serve como voluntária na Guerra do Paraguai. Como homenagem, em 1926, Carlos Chagas dá seu nome à primeira escola oficial brasileira de enfermagem de alto padrão.
Ana Justina Ferreira Néri nasce na vila de Cachoeira de Paraguaçu. Viúva do capitão-de-fragata Isidoro Antônio Néri, não se conforma em ver os três filhos - o cadete Pedro Antônio Néri e os médicos Isidoro Antônio Néri Filho e Justiniano de Castro Rebelo - e mais dois irmãos, ambos oficiais do Exército, serem convocados para a Guerra do Paraguai.
Decide escrever ao presidente da província uma carta na qual oferece seus serviços como enfermeira durante todo o tempo em que durasse o conflito. Deixa a Bahia, pela primeira vez na vida, em 1865 e vai auxiliar o corpo de saúde do Exército. Trabalha no hospital de Corrientes, onde conta com a ajuda de poucas freiras vicentinas para cuidar de mais de 6 mil soldados internados. Parte algum tempo depois, atuando em Salto, Humaitá, Curupaiti e Assunção.
Na capital paraguaia, então ocupada e sitiada pelo Exército brasileiro, monta uma enfermaria-modelo, utilizando para isso recursos financeiros pessoais, herdados da família. Volta ao Brasil em 1870, recebendo várias homenagens, entre elas as condecorações com as medalhas de prata humanitária e de campanha. Recebe do imperador dom Pedro II uma pensão vitalícia, com a qual educa quatro órfãos recolhidos no Paraguai. Morre no Rio de Janeiro. Seu retrato, pintado por Vítor Meireles, ocupa até hoje lugar de honra no Paço Municipal de Salvador.QUEM EU SOU!!!!
Não anda...DEAMBULA
Não fuxica...faz anamnese
Não pensa....realiza raciocínio clínico investigativo
Não incha...tem edema
Não se apega.....estabelece vínculos
Não fica doente...manifesta sinais/sintomas
Não fica de ressaca.....apresenta vasodilatação e desidrata por inibir ADH
Não pratica atividade física.....favorece retorno ósseo,oxigenação celular,remodelãção óssea e resistência cardiovascular
Não conversa......estabelece comunicação verbal
Não fica gorda.......desenvolve obesidade por dislipdemia
Não briga....diverge com fundamentação
Não beija.....compartilha microbiota normal da cavidade oral
Não impõe.....exerce liderança
Não faz sexo....satisfaz necessidade humana básica
Não joga fora.....despreza
Não usa camisinha....usa método contraceptivo de barreira
Não é saudável....mantém homeostasia corporal
Não trabalha junto.....trabalha em equipe
Não trata...cuida
Não gosta do que faz....AMA
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
ORGULHO DE SER INTENSIVISTA

FAÇO PARTE DESSA EQUIPE QUE PROMOVE ESSA HUMANIZAÇÃO,ACREDITO QUE COM ISSO O NOSSOS PACIENTES SÓ VEM A GANHAR,POIS A DETERMINADOS PACIENTES QUE TEM UMA LONGE PERMANÊNCIA EM NOSSO CTI,E SABEMOS AINDA,QUE O APOIO FAMILIAR E DOS AMIGOS E FUNDAMENTAL PARA A MELHORA DESSES PACIENTES...QUANDO SE COMEMORA UM ANIVERSÁRIO DE ALGUM PACIENTE,MUITAS CRITICAS APARECEM, POIS MUITOS JULGAM QUE NÃO HÁ MOTIVOS PARA COMEMORAR,MAIS PELO CONTRARIO, MUITOS ALI ESTÃO LUTANDO PELO ULTIMO FIO DE VIDA QUE LHES RESTAM ENQUANTO MUITOS DESVALORIZAM ESSE BEM TÃO PRECIOSO DADO POR DEUS....POR ISSO LUTO PRA MOSTRAR A MUITOS COLEGAS QUE A VIDA DOS NOSSOS PACIENTES DEPENDEM DE NÓS A CADA DIA.COM ESFORÇO DE TODA EQUIPE ACREDITO QUE SERA POSSÍVEL TRANSFORMAR NOSSO CTI EM UM LUGAR CADA VEZ MAIS ACOLHEDOR E TIRAR ESSE MITO DE QUE CTI E PRA QUEM ESTA SEM EXPECTATIVAS DE VIDA...DIGO SEMPRE QUE PARA ALGO ACONTECER DE FORMA CORRETA E NECESSÁRIO AMOR PELO QUE SE FAZ,E A CADA DIA AFIRMO COM MAIS CERTEZA:TENHO ORGULHO DE SER INTENSIVISTA!!!
domingo, 8 de novembro de 2009
Hospital Júlia Kubitschek
humaniza tratamento no CTI
Permitir visitas de crianças, comemorar aniversários de pacientes e datas especiais, ter horário flexível de visitas, manter música e oferecer acompanhamento psicológico aos pacientes e a seus familiares e, principalmente, dar carinho. Práticas como essas estão trazendo bons resultados na recuperação de pacientes no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Júlia Kubitschek, da Fhemig. Elas incluem também a presença de contadoras de história e permanência de acompanhantes. Ao fugir dos moldes tradicionais, a partir de mudanças no ambiente físico e nas atitudes comportamentais que estão sendo realizadas há cerca de três anos, o hospital transformou o CTI em um ambiente menos estressante e mais acolhedor. As iniciativas humanizam o tratamento, explica a psicóloga Márcia Viegas. Vínculo O Centro de Terapia Intensiva do HJK conta com 21 leitos, com ocupação superior a 90%. A unidade é clínica, recebe pacientes com complicações infecciosas e outras, pós-cirúrgicos e da maternidade de alto risco. A demanda não se restringe aos pacientes do hospital, mas atende também à Central de Leitos (de regulação municipal) e à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A equipe é multidisciplinar, com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicóloga, médicos, enfermeiros e técnicos. O tratamento humanizado faz com que pacientes mantenham vínculo com os profissionais mesmo depois que receberam alta. “Não tem explicação o cuidado intenso, carinhoso que eu recebi enquanto estive no CTI”, conta a estudante Lílian Cunha Pereira, 27 anos, que ficou internada por causa de complicações de uma pneumonia. Lílian faz o acompanhamento de seu caso, todos os meses, no hospital e sempre visita a equipe do CTI, que considera “amigos”. O motorista Marcos Antônio dos Reis, 30 anos, piorava toda vez que saía do CTI. “Eu ficava inseguro, era emocional mesmo”. Marcos teve uma doença rara, que comprometia o sistema imunológico. “Ali, não somos tratados somente como pacientes. Foram uma segunda família para mim”. Esdras Carlos Eller, 53 anos, pastor presbiteriano acrescenta: “A forma como fui acolhido me impressionou. A terapia da simpatia, do carinho, ajuda na recuperação”, afirma.Diretrizes Segundo estatísticas, hoje cerca de 80% dos pacientes que se internam em um CTI se recuperam e recebem alta, diferente do que preconiza a opinião pública. Com o tratamento mais acolhedor, a Fhemig atende as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Humanização. O gerente da Unidade de Pacientes Críticos, Adão Ferreira de Morais revela que a equipe do CTI resgatou a cidadania de cada paciente, identificando-os pelos nomes, compartilhando informações e decisões com eles e com familiares.

